Crítica – Stranger Things

A nova série do Netflix, traz um sentimento nostálgico junto com suspense.

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Stranger Things, é a mais nova série do Netflix, passada no início dos anos 80, proporciona a nostalgia dos filmes de terror dos anos 80, em conjunto com diversas referências da cultura pop.

Numa pequena cidade dos EUA, onde crimes quase nunca acontecem, um menino desaparece em circunstâncias misteriosas e a polícia local, sua família e seus amigos saem em sua busca. No meio de tudo isso, um grande mistério envolvendo experimentos bizarros se desenrola e aflige os moradores do local. É um argumento básico, quase clichê, mas a forma que os irmãos Matt e Ross Duffer conduzem a narrativa a torna extremamente autêntica e original.

A atuação das personagens, principalmente das crianças, torna a história mais leve e fácil de se levar. A série passa a maior parte do tempo com os 3 amigos da criança desaparecia, Lucas, Mike e Dustin. Eles são jogadores de D&D (Dungeons and Dragons) e fazem diversas citações também a trilogia dos livros do Senhor dos Anéis. 

Winona Ryder (Os Fantasmas se Divertem) é o maior nome do elenco, fazendo a mãe de Will (a criança desaparecida), mas acaba ficando em segundo plano por boa parte da história.

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A série já tem a primeira temporada toda lançada no Netflix. Me fez pular da cadeira diversas vezes. Assisti e recomendo.

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